Setembro com bandeira amarela: entenda as variações da tarifa de energia

setembro 06 2017

No último mês de agosto, os consumidores brasileiros sentiram no bolso o aumento das contas de energia em todo o país. No final de julho, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que iria vigorar a bandeira tarifária de cor vermelha, patamar 1. Os usuários pagaram R$3 de taxa extra para cada 100 kW/h de energia consumidos. Já no mês de setembro, podemos nos tranquilizar um pouco já que a bandeira vigente é a amarela, que cobra um valor menor de taxa extra. Mas por que isso acontece?

 

A maior parte da energia elétrica consumida no Brasil é proveniente de usinas hidrelétricas, que funcionam com reservatórios que dependem das chuvas para manter seus níveis adequados. A falta ou a inconstância das chuvas reduz os níveis de armazenamento e as usinas, consequentemente, passam a produzir menos.

 

Para driblar a diminuição da produção das hidrelétricas, o governo precisa acionar as usinas termelétricas, que trabalham a partir da queima de combustíveis como óleo e gás natural. Essas fontes são mais caras e, para cobrir esse custo extra, o governo definiu as bandeiras tarifárias para equilibrar as contas.

 

Conheça as bandeiras tarifárias de energia

 

Verde: a bandeira verde se aplica às condições ideais de produção de energia. Não é cobrada nenhuma taxa extra pelo consumo.

Amarela: a bandeira amarela é acionada em condições menos favoráveis de produção. São cobrados R$2 a cada 100kW/h de energia consumidos.

Vermelha: em último caso, é acionada a bandeira vermelha, que tem dois patamares. No primeiro patamar, são adicionados R$3 à conta para cada 100 kW/h. No patamar 2 , são R$3,50 a mais na conta para cada 100 kWh.

 

Independente da bandeira do mês, fique sempre de olho no consumo da sua casa ou empresa. Adote atitudes de consumo consciente, economizando energia para colaborar com o meio ambiente! Esse é um dos compromissos priorizados pela CSI Locações. Faça também a sua parte!